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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Halloween – a verdade por detrás da festa (1 de 3)


Halloween – a verdade por detrás da festa (1 de 3)


Nesses dias que antecedem o chamado "Dia das Bruxas", que trazer aos leitores do blog, um pouco sobre as origens, simbologias e práticas que envolvem essa, aparentemente, simples festa. Para tal, apresentarei 3 posts. Peço a você que leia e pense sobre isso. Infelizmente, o Halloween já é uma realidade no Brasil, a despeito de não fazer parte da nossa cultura, mas,com o advento da globalização e a popularidade das escolas de inglês, esta festa já faz parte do calendário de muitas boates e bares.

Halloween, ou festa do “Dia das Bruxas”, como é conhecida no Brasil, surgiu na Europa, centenas de anos antes de Cristo. Originalmente, o Halloween era um ritual dos celtas, um povo que habitou a Grã-Bretanha e o norte da França entre o ano 2000 e o ano 100 antes da era cristã. Para eles, a noite de 31 de outubro indicava o início do Samhain, uma importante celebração dedicada ao “Senhor da morte” e que marcava 3 fatos: 1) O fim da colheita; 2) O Ano-Novo celta e 3) O início do inverno, “a estação da escuridão e do frio”, um período macabro e associado aos mortos.

A historiadora Clare Downham, da Escola de Estudos Celtas, na Irlanda afirma: “No Halloween, segundo a mitologia desse povo, era possível entrar em contato com o mundo dos desencarnados”. Como se pregava que esse contato libertava todo tipo de espírito, as pessoas acreditavam que, durante aquela noite, fantasmas, demônios, bruxas, duendes e fadas ficavam à solta e vinham atormentar os vivos e até mesmo possuí-los.

Para afugentar essas criaturas sobrenaturais, os celtas se fantasiavam com peles e cabeças dos animais abatidos para o inverno e saíam às ruas fazendo barulho. A crença nos espíritos também despertou outros costumes típicos da festa, como o uso de leite e comida para acalmar os visitantes do além. Eles também acendiam grandes fogueiras para espantar esses espíritos.

Druidas

Os celtas tinham medo do Samhain e, para agradar-lhe, os druidas, que eram os sacerdotes pagãos celtas, realizavam rituais macabros. Fogueiras (feitas de carvalhos por acreditarem ser essa uma árvore sagrada) eram acessas e sacrifícios eram feitos em homenagem aos deuses. Criminosos, prisioneiros e animais eram queimados vivos em oferenda às divindades.

Fogueira de um ritual à Samhain

Os druidas criam que essa era a noite mais propícia para fazer previsões e adivinhações sobre o futuro. Essa era a única noite do ano onde a ajuda do “Senhor da Morte” era invocada para tais propósitos. Neste dia, os druidas, saiam de casa em casa pedindo comida para oferecer às entidades em seus rituais. Quem se recusasse a dar, era amaldiçoado e atormentado através das magias.

Um dos rituais para desvendar o futuro consistia da observação dos restos mortais dos animais e das pessoas sacrificadas. O formato do fígado do morto, em especial, era estudado para se fazer prognósticos acerca do novo ano que se iniciava (hepatomancia). Essa prática ocultista aparece no Antigo Testamento sendo realizada pelo rei da Babilônia: “Porque o rei da Babilônia pára na encruzilhada, na entrada dos dois caminhos, para consultar os oráculos: sacode as flechas, interroga os ídolos do lar, examina o fígado” (Ez 21.21).

Ilustração de uma hepatomancia druida


A modificação romana dos ritos celtas

Papa Gregório III

Em 43 d.C., os romanos dominaram os celtas e governaram sobre a Grã-Bretanha por cerca de 400 anos. Assim, os conquistadores passaram a conviver com os rituais dos celtas. Durante séculos, a Igreja Católica Romana celebrava “O Dia de Todos os Mártires” em 13 de maio. Opapa Gregório III (papado de 731-741), porém, dedicou a Capela de São Pedro, em Roma, a“todos os santos” no dia 1º de novembro. Assim, em 837, o papa Gregório IV introduziu a festa de “Todos os Santos” no calendário romano, tornando universal a sua celebração em 1º de novembro. A partir de então deixou-se de celebrar o “Dia dos Mártires” em maio.


Papa Gergório IV

Na Inglaterra medieval esse festival católico ficou conhecido como “All Hallows Day” (“Dia de Todos os Santos”). A noite anterior ao 1º de novembro era chamada “Hallows Evening”,abreviada Hallows’ Eve e, posteriormente, “Hallowe’en”.

Mais de um século após instituir o “Dia de Todos os Santos”, a Igreja Católica, através da suaAbadia de Cluny, na França, determinou que o melhor dia para se comemorar o “Dia dos Mortos”era logo após o “Dia de Todos os Santos”. Assim, ficou estabelecido o “Dia de Finados” no dia 2 de novembro.

Para a Igreja Católica, a noite de “Hallowe’en”, “Dia de Todos os Santos” e o “Dia de Finados”são uma só seqüência e celebram coisas parecidas – a honra e a alma dos mortos! O catolicismo, na verdade, tentou fazer um meio termo entre Cristianismo e paganismo.

Fonte: http://blogdorevrodrigo.blogspot.com/2011/10/halloween-verdade-por-detras-da-festa-1.html


Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com  

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

DIA DAS BRUXAS: Cristãos querem trocar o Halloween por “JesusWeen”

DIA DAS BRUXAS: Cristãos querem trocar o Halloween por “JesusWeen”


Celebrado entre o pôr-do-sol do dia 31 de outubro e o nascer do dia 1° de novembro, tratava-se de uma noite sagrada (hallow evening, em inglês), a tradição diz que o mundo dos vivos e o mundo dos mortos se uniam em uma coisa só. Por isso a imagem mais comum é a de fantasmas, bruxas e monstros indo de casa em casa pedindo comida.

Com o tempo, a comida servida deu lugar aos doces que as crianças vestidas de monstros pedem ao longo da noite. A comemoração do Halloween foi se popularizando e hoje já é lembrada em vários países, inclusive no Brasil.

Agora, um grupo cristão canadense tenta mudar a história, incentivando as pessoas a doarem Bíblias e presentes cristãos como “uma forma amigável de lembrar as crianças” quem Jesus venceu a morte.

Por isso o nome da festa para eles deveria ser Jesus Ween [um trocadilho com win, vencer em inglês]. O projeto Jesus Ween foi criado pelo pastor Paul Ade, que vive em Calgary, Canadá. Ele tem feito seminários em diversas igrejas da América do Norte, tentado mobilizar cristãos de todas as denominações a levarem a sério essa iniciativa.

A grande maioria dos cristãos considera o Halloween apenas uma festa cultural, algo inofensivo e divertido. Porém, uma minoria cristão tem se oposto a ele, classificando-a de “demoníaca” e “espiritualmente perigosa”. Agora o

JesusWeen pretende ser uma “alternativa saudável que pode melhorar a vida de todo mundo”, segundo notícia do seu site.

Muito criticada desde que foi anunciada, a festa do “Jesus vencedor” poderá ser um imenso fracasso ou mudar vidas para sempre. Vai depender da adesão dos cristãos norte-americanos e canadenses. Em seu site, o grupo reconhece que o esforço ainda é tímido e tem pouca adesão, mas pretende crescer e ter um alcance mundial.



Data: 11/10/2011 08:55:50
Fonte: Gospel Prime



Fonte: http://www.creio.com.br/2008/noticias01.asp?noticia=15615

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com